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 A\R\L\S\ Razão Dourada, nº 660

Endereço: Rua Armenia, 540
Bairro: Presidente Altino
Cidade: Osasco
UF: SP


NOSSO ESTANDARTE:

O nome de nossa loja, “Razão Dourada” é uma clara referência à perfeição, presente na natureza, e em diversas áreas do conhecimento humano.

RAZÃO DOURADA, O QUE É?
 
Duas medidas estão na "Razão Dourada" quando o todo está para a maior parte, assim como a maior parte está para a menor parte. Se a maior parte for a unidade, o todo será o número F (phi), um número transcendental, cujo valor é 1,6180339887... Não se consegue precisar quando a "Razão Dourada" foi empregada pela primeira vez, mas existem escritos sumérios, datados de 3200 aC, utilizando a razão em pentágonos e pentagramas.
O nome phi foi colocado no começo do século XX, em homenagem ao escultor grego Phidias (490-430 aC), que utilizava frequentemente esta razão em suas obras. A origem do nome "Razão Dourada" é incerta. Pode ter sido empregado pela primeira vez pela Escola dos Pitagóricos ou por Leonardo da Vinci, mas não existe registro destas informações. O nome aparece pela primeira vez em 1835, na Alemanha, em nota de rodapé, no livro "Die Reine Elementar-Mathematik“, escrito por Martin Ohm.
A "Razão Dourada" pode ser obtida a partir de construções geométricas, de séries numéricas ou algébricas. Essa razão pode ser constatada em diversas áreas do conhecimento, como em obras de arte, na Arquitetura, na Música, na Bíblia, na métrica de poemas, no mercado de ações, na Engenharia, na Biologia e na Medicina, dentre outras. Na Natureza pode ser encontrada na estrutura do DNA, nas dimensões do ser humano e de outros seres vivos, sejam animais, vegetais ou minerais.
O ser humano é levado a perceber o equilíbrio e a harmonia entre O CRIADOR e a criatura, há expressão da BELEZA, sempre que a "Razão Dourada" é utilizada em alguma obra.

 


Conjunto Simbólico:

1- Coroa:
Referência a primeira Sephirah da Árvore da Vida na Cabala Kether ("Coroa", em hebraico: ëúø). Kether se situa na posição central superior da árvore. É a coroa. É o potencial puro das manifestações que acontecem nas outras dimensões. Representa a própria essência, atemporal e livre. É a gênese de todas as emanações canalizadas pelas outras Sephirah. É a Luz Superior Imanifesta geradora de todo o movimento da criação. Pode-se considerar como o momento zero, a criação em potencial, mas não expandida. Uma interessante associação seria comparar com tempo de Plank, do Big Bang. No hinduísmo, entende-se como Brahma, o princípio vital de todas as formas de energia (e vida, consequentemente). Seu texto yetzirático é: "O Primeiro Caminho chama-se Inteligência Admirável, ou Oculta, pois é a luz que concede o poder da compreensão do Primeiro Princípio, que não tem começo. É a Glória Primordial, pois nenhum ser criado pode alcançar-lhe a essência". Dentro da magia, quando o Adepto Iniciado transcende a essa sephirah, ele passa a ser reconhecido como Ipíssimus. Metatron é o Arcanjo governante dessa sephirah. Seu coro angélico são as criaturas vivas e sagradas, Chaioth ha Qadesh. Sua virtude é a consecução, a realização da grande obra. A experiência espiritual atribuída a essa sephirah é a união com Deus.

2- Phi:
A proporção áurea, número de ouro, número áureo ou proporção de ouro é uma constante real algébrica irracional denotada pela letra grega (PHI), em homenagem ao escultor Phideas (Fídias), que a teria utilizado para conceber o Parthenon, e com o valor arredondado a três casas decimais de 1,618. Também é chamada de seção áurea (do latim sectio aurea), razão áurea, razão de ouro, média e extrema razão (Euclides), divina proporção, divina seção (do latim sectio divina), proporção em extrema razão, divisão de extrema razão ou áurea excelência. O número de ouro é ainda frequentemente chamado razão de Phidias.
Desde a Antiguidade, a proporção áurea é empregada na arte. É frequente a sua utilização em pinturas renascentistas, como as do mestre Giotto. Este número está envolvido com a natureza do crescimento. Phi (não confundir com o número Pi ), como é chamado o número de ouro, pode ser encontrado na proporção das conchas (o nautilus, por exemplo), dos seres humanos (o tamanho das falanges, ossos dos dedos, por exemplo) e nas colméias, entre inúmeros outros exemplos que envolvem a ordem do crescimento.
Justamente por estar envolvido no crescimento, este número se torna tão frequente. E justamente por haver essa frequência, o número de ouro ganhou um status de "quase mágico", sendo alvo de pesquisadores, artistas e escritores. Apesar desse status, o número de ouro é apenas o que é devido aos contextos em que está inserido: está envolvido em crescimentos biológicos, por exemplo. O fato de ser encontrado através de desenvolvimento matemático é que o torna fascinante.


3- Retângulo Áureo:
A matemática está presente em todos os domínios científicos mostrando e demonstrando a sua unidade no funcionamento da natureza. Desde os caracóis aos girassóis, das imagens médicas às variações da bolsa de valores podemos encontrar a ciência dos números como base de múltiplos fenômenos. Dessa forma, muito antes da existência humana, a matemática já existia. Ao contrário do que muitos pensam, a matemática não foi criada pelo homem, mas descoberta e formalizada por ele e capaz de se fazer presente em todos os lugares e em todos os momentos.
O número de ouro, por exemplo, é um número especial na matemática. Simbolizado pela letra grega fi, o número 1,618034 apresenta algumas características fascinantes. Este número é o resultado de uma divisão considerada a mais harmoniosa a partir de um segmento. A seção áurea como é conhecida, foi usada por pintores e arquitetos no passado sendo considerada por muitos com uma oferta de Deus ao mundo e aparece também na natureza sobre diversos aspectos. Ao desenharmos um retângulo cuja razão entre os comprimentos dos lados, maior e menor, é igual ao número de ouro, obtemos um retângulo de ouro. A foto acima é do Partenon, construído em Atenas na Grécia (430 a. C), um exemplo antigo da utilização do retângulo de ouro.
O retângulo áureo ou de ouro é um objeto matemático que marca forte presença no domínio das artes, nomeadamente na arquitetura, na pintura e até na publicidade. Até mesmo nas situações mais práticas do nosso cotidiano encontramos aproximações do retângulo de ouro, como por exemplo, o formato dos cartões de crédito, bilhetes de identidade, assim como a forma retangular da maior parte dos nossos livros.


4- Esquadro e Compasso:
O Compasso é o símbolo do espírito, do pensamento nas diversas formas de raciocínio, e também do relativo (círculo) dependente do ponto inicial (absoluto). Os círculos traçados com o compasso representam as Lojas.
O Esquadro resulta da união da linha vertical com a linha horizontal, é o símbolo da retidão e também da ação do Homem sobre a matéria e da ação do Homem sobre si mesmo. Significa que devemos regular a nossa conduta e as nossas ações pela linha e pela régua maçónica, pelo temor a Deus, a quem temos de prestar contas das nossas acções, palavras e pensamentos. Emite a ideia inflexível da imparcialidade e precisão de carácter, simbolizando a moralidade.
O Esquadro e o Compasso, simbolizam também a materialidade do homem e sua espiritualidade, referenciando a décima Sephirah da Árvore da Vida da Cabala Malkuth "Reino". Ela representa o reino material. Mas malkuth não é só matéria, ela é também um aspecto psíquico e sutil. Na árvore, ela está localizada no pilar central, conhecido também como pilar do equilíbrio.


5- Homem Vitruviano:
O homem vitruviano (ou homem de Vitrúvio) é um conceito apresentado na obra Os dez livros da Arquitetura, escrita pelo arquiteto romano Marco Vitruvio Polião, do qual o conceito herda no nome. Tal conceito é considerado um cânone das proporções do corpo humano, segundo um determinado raciocínio matemático e baseando-se, em parte, na proporção áurea. Desta forma, o homem descrito por Vitrúvio apresenta-se como um modelo ideal para o ser humano, cujas proporções são perfeitas, segundo o ideal clássico de beleza.
Originalmente, Vitrúvio apresentou o cânone tanto de forma textual (descrevendo cada proporção e suas relações) quanto através de desenhos. Porém, à medida que os documentos originais perdiam-se e a obra passava a ser copiada durante a Idade Média, a descrição gráfica se perdeu. Desta forma, com a redescoberta dos textos clássicos durante o Renascimento, uma série de artistas, arquitetos e tratadistas dispuseram-se a interpretar os textos vitruvianos a fim de produzir novas representações gráficas. Dentre elas, a mais famosa e (hoje) difundida é a de Leonardo da Vinci.


6- Vésica Piscis:
Trata-se de um símbolo que pode ser considerado como um arquétipo de todas as formas de existência do Mundo Imanente – Mundo Criado. Trata-se de um desenho simbólico representado por um ovóide vertical, com dois vértices em suas extremidades, assemelhando-se a dois parênteses que se cruzam lembrando um desenho esquemático de um peixe e também a de uma bolsa de ar que os peixes têm no abdome e destinada a facilitar a flutuação
A Vesica Piscis é um modelo básico da própria criação, por isso entre todos os símbolos ele é o mais significativo. A Vesica Piscis é o símbolo que constitui a base da Geometria Sagrada e de inúmeros outros símbolos. Trata-se de um desenho representativo da manifestação do próprio universo; uma forma que resulta da interseção de dois círculos.

7-Círculo:

Representando o importantíssimo símbolo esotérico Ouroboros, cuja origem se perde no tempo, e que é representado por uma serpente que morde a própria cauda, significando que "todo começo contém em si o fim, e todo fim contém em si o começo".
No seu sentido mais geral, o Ouroboros é o símbolo do tempo e da continuidade da vida. Pela sua forma circular, representa também o movimento perpétuo e de trajetória circular ou curva, que caracteriza toda manifestação no universo. É também emblema do caráter cíclico de toda manifestação.


8- RELÂMPAGO:
Foi na Esfera de Malkuth que a civilização se desenvolveu durante o último milênio. De acordo com a doutrina cabalística, o Relâmpago Brilhante, que tem seu inicio em Kether e alcançando seu ponto terminal em Malkuth, é substituído pelo simbolismo da Serpente da Sabedoria, cujas espirais sobem pelos Caminhos até que sua cabeça repouse atrás de Kether. O Relâmpago Brilhante representa a descida inconsciente da força, que edifica os planos de manifestação e passa do ativo ao passivo, retomando ao ponto de partida para que o equilíbrio possa ser mantido. A Serpente que se enrosca nos Caminhos representa a aurora da consciência objetiva, e é o símbolo da iniciação; no Caminho trilhado pelos iniciados, que estão sempre à frente de sua época, a evolução se põe em marcha, conduzindo consigo a raça como um todo. É agora normal para o homem comum fazer o que apenas os iniciados costumavam fazer.





 


   
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